Dermatologia

Cancro da pele

A  incidência do cancro da pele tem vindo a aumentar progressivamente desde meados dos anos 60, sendo a excessiva exposição ao Sol responsável por mais de 90% dos casos.


O cancro da pele tem taxas de cura elevadas se diagnosticado e tratado no início, portanto a auto-vigilância e o diagnóstico precoce são essenciais.
Os três tipos mais frequentes de cancro da pele são o Melanoma, o Basalioma e o Carcinoma Espinho-celular, sendo o Basalioma, o cancro cutâneo mais frequente.


Tratamento
Normalmente, a maior parte dos carcinomas basocelulares ou espinocelulares pode ser tratada por vários métodos:
Cirurgia excisional -  Remoção do tumor com um bisturi, e também de uma borda adicional de pele sadia, como margem de segurança. 
Curetagem e eletrodissecção ㆕R" Usadas em tumores menores, promovem a raspagem da lesão com uma cureta, enquanto um bisturi eletrônico destrói as células cancerígenas.Criocirurgia ㆕R" Promove a destruição do tumor por meio do congelamento com nitrogênio líquido, a -50 graus.  Cirurgia a laser -usando o laser de dióxido de carbono.
Terapia Fotodinâmica (PDT) - Após aplicação de um agente fotossensibilizante, as áreas tratadas são expostas a uma luz intensa que ativa o 5-ALA e destrói as células tumorais, com mínimos danos aos tecidos sãos.



Sinais e sintomas
O cancro da pele pode se assemelhar-se a eczemas ou outras lesões benignas. 


Somente um exame clínico feito por um médico especializado ou uma biópsia o podem diagnosticar,mas é importante estar sempre atento aos sintomas que podem ocorrer:
Uma lesão na pele de aparência elevada e brilhante, translúcida, avermelhada, castanha, ou de várias cores, com crosta central e que sangra facilmente;
Uma mancha preta ou castanha que muda sua cor, textura, torna-se irregular nas bordas e cresce de tamanho.Uma mancha ou ferida que não cicatriza, que continua a crescer apresentando comichão, crostas  ou sangramento.> Faça o rastreio